[radiolivre] Re: Pirataria no ar, Bandeira Negra FM

E aí Pajé, beleza? :)

Gostei da sua idéia e pensei que talvez poderíamos manter
um wiki do tipo http://encontro.radiolivre.org/ (ou algo
mais simples de usar) pra que cada pessoa que enviar um email
numa discussão na lista adicionar o link/título da sua mensagem
num espaço específico para cada assunto a ser discutido.

É claro que nem todo mundo faria isso e também não é interessante
fazer com todas as discussões. Em dois anos e pouco de lista 
devem ter ocorrido apenas alguns debates que assumiram boas proporções
a ponto de ser interessante montar um resumo, como foi o caso deste
último.

A gente poderia propor abrir resumos quando necessário e daí quem
quiser sua mensagem no histórico vai e coloca no wiki.

Será que rola?

Em Mon, Mar 21, 2005 at 10:11:25AM -0300, paulo lara escreveu:
> Pô, achei bacana as idéis que surgiram . Valeu a vontade e a
> continuidade das trocas de idéia. E o Rhatto, como sempre, botando pra
> fudê.
> Que tal, em vez de colocar um resumo para cada mensagen, por só um
> título geral e aí uma numeração? Facilita, e o cara que quiser
> consultar, passa o olho, se ele achar que vale a pena lê tudo.
> 
> Grande abraço geral
> Pajé 
> 
> On Mon, 21 Mar 2005 01:30:09 -0300, rhatto <rhatto@xxxxxxxxxx> wrote:
> > Não conheço nenhuma ferramenta pronta qu faça isso (não que seja
> > impossível). Pelo menos no CMI isso é feito manualmente e o que
> > ajuda muito é visualizar os arquivos da lista ordenados por
> > assunto:
> > 
> >   http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/threads.html
> > 
> > Fazer manualmente um resumo de discussão é muito simples.
> > Por exemplo, no caso dessa última discussão sobre a rádio Bandeira
> > Negra, o resumo ficaria mais ou menos assim:
> > 
> > Rádio Bandeira Negra - Resumo de Discussão
> > ------------------------------------------
> > 
> > 1 - Marina manda para a lista uma entrevista com pessoas da Rádio Bandeira 
> > Negra
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00016.html
> > 
> > 2 - Pajé faz críticas pontuais e questiona o modelo de funcionamento dessa 
> > rádio
> > em comparação com as rádios livres
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00017.html
> > 
> > 3 - Marina responde às críticas de Pajé e fala sobre discursos e ideologias
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00018.html
> > 
> > 4 - Thiago responde à Marina a respeito de divergências conceituais, 
> > pluralidade
> > e conceito de rádio livre
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00019.html
> > 
> > 5 - Marina aponta na divergência conceitual um debate entre Debord e Deleuze
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00020.html
> > 
> > 6 - E assim por diante...
> > 
> > O resumo podira parecer vazio se não fosse o link pra íntegra de cada 
> > mensagem.
> > 
> > É claro que os cinco minutos que alguém gasta pra fazer esse tipo
> > de resumo poderia ser utilizado pra outra coisa se houvesse um
> > esquema automático, mas aí a gente teria que pensar direito como
> > o sistema funcionaria.
> > 
> > Talvez isso facilitaria muito em futuros debates.
> > 
> > falow!
> > rhatto
> > 
> > Em Sun, Mar 20, 2005 at 10:48:25PM -0300, CaZé espacio libre escreveu:
> > >    Ratto  qual a possibilidade de fazer no site das rádios livres resumos
> > >    dos  processos  que  foram  debatidos,  quando  o assunto for uma ação
> > >    conjunta  das  rádios  ou  encontros,  como  existe no CMI. Poderíamos
> > >    acompanhar  mais  facíl  os  processos de construção da rede, acho que
> > >    seria um bom começo
> > >
> > >    Uma  outra  coisa  gostaria  de me escrever de novo como usuário, como
> > >    faço isso?
> > >    rhatto <rhatto@xxxxxxxxxx> wrote:
> > >
> > >      Cazé, realmente o site não está sendo usado por quem usa a lista
> > >      e vice-versa. Atualmente o site contém mais tira-dúvidas a respeito
> > >      de  tecnologias  de  webradio  e  notícias do que textos, debates e
> > >      manuais
> > >      do tipo "como montar uma rádio livre".
> > >      Com isso há grande defasagem entre pessoas que já estão em
> > >      rádios  livres  - participando desta lista de discussão - e no site
> > >      gente que nunca
> > >      teve muito contato e que gostaria de obter informações a respeito.
> > >      Parte  desse  problema pode ser resolvido com uma melhor integração
> > >      entre
> > >      o  site e a lista, no nível do software, num sistema automático que
> > >      envie
> > >      para lista um resumo das últimas publicações do site e que faça um
> > >      clipping  da  lista  no  site. Já estamos correndo atrás disso, mas
> > >      ultimamente
> > >      estamos  com alguns problemas com o servidor que impedem que o site
> > >      fique
> > >      online por muito tempo.
> > >      A  outra  parte  do problema poderia ser resolvida se os debates na
> > >      lista
> > >      fossem resumidos - juntamente com os links pro arquivo das mensagem
> > >      da lista
> > >      -  e postados no site. Um esforço de todo mundo na lista facilmente
> > >      poderia
> > >      equilibrar os dois espaços.
> > >      Quanto  à sua pergunta sobre a existência de um movimento de rádios
> > >      livres,
> > >      acho  que  talvez  seja  melhor  perguntarmos se existe uma rede de
> > >      rádios livres,
> > >      pois  movimento pode pressupor que exista um único caminho definido
> > >      por quem
> > >      está  participando.  Já  uma  rede  dá  a  idéia  de  um  local  de
> > >      intercâmbio.
> > >      Que tal?
> > >      falow!
> > >      rhatto
> > >      Em  Sat,  Mar  19,  2005  at  01:27:24PM  -0300, CaZé espacio libre
> > >      escreveu:
> > >      > Algumas perguntas que me incomodam:
> > >      >
> > >      >  Aceitar a pluralidade não é aceitar críticas? Como as levantadas
> > >      pela
> > >      > Rádio Bandeira Negra.
> > >      >
> > >      > Existe mov. de rádios livres no Brasil?
> > >      >
> > >      > Exitir virtualmente garante a existência pública do mov.?
> > >      >
> > >      > Não é de hoje que venho perguntando qual seria a prática concreta
> > >      >  desse  tal mov. de rádio livres, além dos projetos locais. Mesmo
> > >      site
> > >      > não está sendo usado, tem até anuncio de um vendedor de vinhetas.
> > >      >
> > >      >  A  qual  seria  a base unificadora que aglutinaria as pessoas no
> > >      mov.
> > >      > R.L.?
> > >      >
> > >      > a pluralidade, a liberdade de expressão, anticapitalismo, sem
> > >      > respostas continuaremos chuvendo no molhado
> > >      >
> > >      > Saúde e Anarquia!
> > >      >
> > >      > Liberdade wrote:
> > >      >
> > >      > Olá!
> > >      >
> > >      > Tenho algumas considerações a fazer.
> > >      >
> > >      > Primeiro, creio c/ convicção de q este debate se tratou desde o
> > >      > início, como disse a Jul, de um debate em torno de alguma espécie
> > >      de
> > >      > patrulhamento ideológico. Por um impulso infeliz, foi isso o q o
> > >      > Paulo fez e gerou e isso é mto ruim para o nosso próprio conceito
> > >      de
> > >      >  RL. Diante de tal falência, acho q estou tentando levar o debate
> > >      para
> > >      >  um  lado  mais  rico,  a  divergência  conceitual entre Debord e
> > >      Deleuze, na
> > >      > busca por algum embate mais produtivo, q vá além - mas mto além -
> > >      das
> > >      >  picuinhas pessoais, q ele tanto fomenta. Desculpe, Paulo, mas eu
> > >      nem
> > >      > sei quem é vc, não vou investir nisso p/ sua frustração. P/ falar
> > >      a
> > >      > verdade, isso já não me atinge mais. Só direi q quem põe os
> > >      > sentimentos para fora, não guarda rancor ou raiva.
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      > Bom, como um monólogo, o seu email não abre gdes questionamentos,
> > >      não
> > >      > abre gdes ou pequenas discussões.
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      > Foi bom saber sobre a Bandeira Negra, q não se consideram RL. Pq
> > >      > estava pensando exatamente isso: ora, se fossem RL estariam no
> > >      >  movimentode  RL  e  precem não estar. Agora eu pergunto: por que
> > >      será q
> > >      >  essas  pessoas, tão interessantes, estão fora do movimento? Será
> > >      por
> > >      >  ignorância  de  sua  existência  ou  por  produto de uma decisão
> > >      racional? O
> > >      > que faz elas estarem separados de nós? - acho q são perguntas
> > >      >  pertinentes.  E  mais:  posso  encaminhar, se a lista tbém achar
> > >      legal,
> > >      >  essas  e  outras questões a eles e repassar à lista as respostas
> > >      depois.
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      > Mas acima de td são qeustões para a gente refletir.
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      > De qquer modo, acho q o caso da Bandeira Negra nos coloca uma
> > >      >  questão,  q  é  a  questão sobre a diversidade cultural, q tanto
> > >      buscamos.
> > >      > Essa é uma questão q sempre levantamos na Muda, q eu já publiquei
> > >      como
> > >      >  argumento  (no caso dos nazistas) e q eu vi q o diretor da Globo
> > >      (não
> > >      >  me  lembro  o  nome)  tbém  publicou como argumento certa vez na
> > >      Folha.
> > >      >  Enfim,  é  uma  questão pertinente e q sempre nos impulsionou na
> > >      prática.
> > >      >  Mas  a  quesão  q  se  coloca é q não será precisamente por esse
> > >      argumento
> > >      > q nos distanciamos dos movimentos sociais mais combativos, como o
> > >      >  anarquismo q impulsiona a Ban deira Negra? Não será precisamente
> > >      essa
> > >      > "diversidade cultural" q nos coloca diante de um esvaziamento de
> > >      >   propostas   e  projetos,  fazendo-nos  meros  conciliadores  de
> > >      propostas não
> > >      >  tão  precisas? O mesmo esvaziamento, diga-se de passagem, da gde
> > >      mídia,
> > >      > comercial?
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      > Isso é algo sobre o q devemos nos curvar, pensar e refletir com
> > >      > precisão, afinal essa é uma das nossas limitações e precisamos
> > >      > refletir sobre elas para superá-las.
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      >  Bom,  deixo aqui essas questões e se isso soar "didatismo" então
> > >      cabe
> > >      >  tbém  uma  revisão  do  conceito  de  capacidade reflexiva, q se
> > >      diferencia
> > >      >  mto  do  didatismo  dos monólogos dos professores de cursinho, q
> > >      nunca
> > >      > têm nada a dizer. Definitivamente, isto é o q eu nunca fui!
> > >      >
> > >      >
> > >      >
> > >      > E q bom q eles não tocam samba!!! hehehehe ;)
> > >      >
> > >      > Essa rádio é mto foda!
> > >      >
> > >      > Marina (rádio Muda).
> > >      &g t; paulo lara wrote:
> > >      >
> > >      >  "Toda a minha vida sempre vi tempos inquietos, tumultos extremos
> > >      na
> > >      > sociedade e imensas destruições; entrei nessas desordens. E tais
> > >      > circunstâncias certamente bastaríam para impedir que o mais
> > >      > transparente dos meus atos ou raciocínios se visse aprovado
> > >      > universalmente, fosse onde fosse. Ademais, assim o creio, alguns
> > >      > terão
> > >      > sido mal compreendidos."
> > >      > Guy Debord
> > >      > Panegírico
> > >      > Como alguns sabem, eu considero o humor altamente subversivo e
> > >      > embora
> > >      >  não tenha pretendido ser hilário, gostaria de fugir da sisudez e
> > >      da
> > >      >   frieza   de  alguns,  colocando  algumas  questões  que  achava
> > >      pertinente
> > >      > de
> > >      > forma a provocar mais que raiva, indignação e virulência.
> > >      >  Ser sério as vezes é reacionario, é fazer parte de um espetáculo
> > >      de
> > >      >  sobriedade  que  dá  calafriiiiios..... A paz de espírito, o bom
> > >      humor
> > >      > e
> > >      > a sapiência do riso são essenciais.
> > >      > Mas isso não quer dizer que e u estava de brincadeira!
> > >      > 1. Quando eu mandei o mail, fiz com a intenção de provocar
> > >      >  questionamento  sobre a forma de uma determinada rádio frente ao
> > >      que
> > >      >  nós  estamos  discutindo  e  fazendo  nesses anos todos. A minha
> > >      crítica
> > >      > não foi direcionada a eles (bandeira negra) e sim a nós. Azar de
> > >      > quem
> > >      >  postou  aquela  entrevista  achando que não seria questionada. E
> > >      olha
> > >      > que
> > >      > a Marina saiu logo para o contra ataque (sem sequer ser atacada).
> > >      > 2. Ela começa nos (quem seriamos este nós Marina, pode explicar
> > >      > para o
> > >      >  público?)  chamando de vazios de ideologia e de proposta e, acho
> > >      que
> > >      >  ironizando  nos  sugere  o  mercado.  De ideologia e proposta, o
> > >      mercado
> > >      > tá
> > >      >  cheio e parece que qq novidade ele está apto a receber, mastigar
> > >      e
> > >      >  depois  cuspir para o público em geral. E quem disse que o ideal
> > >      era
> > >      > ser como nós (de novo no plural) foi vc.
> > >      > 3. Meu "discurso" (isso é coisa de profissional) nunca pretendeu
> > >      > ser
> > >      > libertário, acho que dentre as classificações que as pe ssoas
> > >      > adoram
> > >      > por, a que eu mais me identifico é "flamenguista". "Se quer
> > >      > conhecer
> > >      > os anarquistas..." diz vc, eu conheço alguns, mas a maioria e os
> > >      > que
> > >      >   eu  mais  gosto,  não  pessoalmente.  Proudhon,  Emma  Goldman,
> > >      Malatesta,
> > >      > Kropotkin, Orwell, Bakunin eu não tive o prazer. Mas tive o
> > >      > desprazer
> > >      > de conhecer outros tantos pseudo-anarco-anacrô(nicos).
> > >      > 4. Eu não pretendi ser o pêndulo propagador do ideal das RL,
> > >      > coloquei
> > >      > umas questões, com um formato um pouco provocativo demais pra
> > >      > alguns.
> > >      > E a pluralidade que pedes tem que ser também de linguagem, senão
> > >      > fica
> > >      > chato pros nossos queridos leitores. Mas a questão da pluralidade
> > >      > virá
> > >      > depois.
> > >      >  5. Concordo com o thiago e sou testemunhas das muit as propostas
> > >      que
> > >      > estão surgindo, se renovando e se adaptando sobre a questão dos
> > >      > meios
> > >      > de comunicação, tecnologia e cultura. Algumas muito interessantes
> > >      >  outras  menos, diversos tipos de abordagem etc. mas sei que cada
> > >      vez
> > >      > mais e com a velocidade que a questão merece muita gente está
> > >      > tentando
> > >      > se virar e produzir, pensar, agir e trabalhar em relações a estas
> > >      >  questões.  Alguns outros (dentre eles a Marina) preferem bater o
> > >      pé
> > >      > (e
> > >      >  a  mão, e a cabeça...)em questões fixas, presas a idéias que não
> > >      se
> > >      >  renovaram e continuam a cativar os eufóricos do PSTU, assembléia
> > >      de
> > >      > Deus e anarco-anacro. Fora as mágoas e agressividade que eu
> > >      > realmente
> > >      > não entendo.
> > >      > 6. Questionamentos ou são vazios ou são provocativos.
> > >      >  7.  "Escravo  estóico,  o  estudante  acredita  que  quanto mais
> > >      numerosas
> > >      >  forem  as  cadeias  de  autoridade que o prendem, mais livre ele
> > >      será"
> > >      >  Ésta  crítica de Debord é emblemática para perceber o quanto não
> > >      se
> > >      >  compreende  a  opressão.  A  posição "nada é livre na sociedade"
> > >      afunda
> > >      > cada vez mais o sujeito na escravidão. E não só a escravidão da
> > >      > ação,
> > >      >  mas  do  pensamento.  Ele  passa  a  encarar  o  mundo  de forma
> > >      unilateral
> > >      > e
> > >      > se fecha em relação a dinâmica que a sociedade tem contra ele. A
> > >      >  crença  (ou nóia) na opressã o de tudo e de todos mina a criação
> > >      de
> > >      >  novas  formas  de resistência e deixa as forças de oposição cada
> > >      vez
> > >      > mais parecidas com a situação. Sisuda, briguenta, cega, sozinha e
> > >      > didática.
> > >      > 8. A questão do samba é legal. Ju e todos, apeser de ter a
> > >      > impressão
> > >      > de que a Bandeira Negra realmente não toca samba durante as seis
> > >      > horas
> > >      > semanais que estão no ar, foi mais uma brincadeira com o "jogo de
> > >      >  cintura"  que  foi  mencionada pel@ anarco reporter. Trabalhei 4
> > >      meses
> > >      > na
> > >      > zona leste de Sampa dando oficinas de rádio livre (durante as 4
> > >      > horas
> > >      >  de  oficina tínhamos uma rádio no ar - não tivemos problemas com
> > >      os
> > >      > opressores nem precisamos de "olheiros") e uma coisa que me
> > >      >  impressionou  foi  ver  que  realmente montar uma rádio lá não é
> > >      fácil.
> > >      > Os
> > >      > moleques tinham medo até de fazer rádio comunitária, imaginem uma
> > >      > que
> > >      > se classifica como pirata! A ironia foi que acho difícil chamar e
> > >      > fazer as pessoas compreenderem o quão importante é uma ferramenta
> > >      > rádio e que se p ode e deve-se fazê-la (sem concessão ou
> > >      > autorização)
> > >      >  chamando-a  de  pirata  e  com  esquema  de transmissão que mais
> > >      parecem
> > >      > plano da CIA. Ainda mais na Zona Leste de Sampa.
> > >      > 9. Eu não tive intenção de desmerecer nada, se eu ainda soubesse
> > >      > mais
> > >      > da proposta. AH! eles falaram que a programação é cultural, então
> > >      > tá
> > >      > valendo. Eu não disse pra eles pararem de transmitir, só fui o
> > >      >  primeiro  a questionar a forma como eles utilizam o rádio. Sendo
> > >      um
> > >      >  defensor  das  rádios livres, fiquei mais tranquilo em saber que
> > >      eles
> > >      > negam veementemente o termo, pois considero que a proposta deles
> > >      > não é
> > >      > de rádio livre. Foram eles que disseram isso!
> > >      > 10. Não há patrulhamento aqui!!! Que mania de achar que opiniões
> > >      > são
> > >      > mandados! As minhas questões, não patrulharam ninguém e sim foram
> > >      > patrulhadas, e se este não é o lugar de botar as opiniões,
> > >      > realmente
> > >      > não sei onde é.
> > >      >   11.   Eu   gostaria   que,   justo  aquilo  que  propomos  como
> > >      experimentações
> > >      > -
> > >      > musicais, de forma, de li nguagem, de administração, de decisão
> > >      > etc.
> > >      > sejam passadas para o plano do discurso. Sejamos criativos e nos
> > >      >  libertemos  dos  jargões,  das  retóricas  e  das frases feitas.
> > >      Proposta
> > >      > para rádio livre - todo o tipo de experimentação pode e deve ser
> > >      > feito
> > >      > desde que não cancele a possibilidade do outro de re sponder e
> > >      > também
> > >      > experimentar. Não consegui enxergar indícios disso na proposta da
> > >      > Bandeira Negra.
> > >      > Vão haver mais questões, espero, de todos, e a-d-o-r-e-i esse
> > >      > debate.
> > >      > É bom qndo lista serve para proposições.
> > >      >  Rádio  Livre é sobre isso. Sobre diversidade - com possibilidade
> > >      de
> > >      >  colaboração de todos. Sobre estar aberta aos anseios individuais
> > >      e
> > >      > coletivos daqueles que procuram canal para se expressar. Sobre se
> > >      > livrar dos velhos discursos e práticas e ser criativos para saber
> > >      >  domar  os  chifres  do  inimigo e, na hora certa, saber se impor
> > >      frente
> > >      > a
> > >      > ele. Sobre gozar na hora de fazer um programa e falar para todos
> > >      > que
> > >      > vc gozou e fazê-los gozar também. S obre improvisar em temas já
> > >      > dados.
> > >      > Paulo José
> > 

-- 
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