[radiolivre] Re: Pirataria no ar, Bandeira Negra FM
- From: rhatto <rhatto@xxxxxxxxxx>
- To: radiolivre@xxxxxxxxxxxxx
- Date: Mon, 21 Mar 2005 23:54:34 -0300
E aí Pajé, beleza? :)
Gostei da sua idéia e pensei que talvez poderíamos manter
um wiki do tipo http://encontro.radiolivre.org/ (ou algo
mais simples de usar) pra que cada pessoa que enviar um email
numa discussão na lista adicionar o link/título da sua mensagem
num espaço específico para cada assunto a ser discutido.
É claro que nem todo mundo faria isso e também não é interessante
fazer com todas as discussões. Em dois anos e pouco de lista
devem ter ocorrido apenas alguns debates que assumiram boas proporções
a ponto de ser interessante montar um resumo, como foi o caso deste
último.
A gente poderia propor abrir resumos quando necessário e daí quem
quiser sua mensagem no histórico vai e coloca no wiki.
Será que rola?
Em Mon, Mar 21, 2005 at 10:11:25AM -0300, paulo lara escreveu:
> Pô, achei bacana as idéis que surgiram . Valeu a vontade e a
> continuidade das trocas de idéia. E o Rhatto, como sempre, botando pra
> fudê.
> Que tal, em vez de colocar um resumo para cada mensagen, por só um
> título geral e aí uma numeração? Facilita, e o cara que quiser
> consultar, passa o olho, se ele achar que vale a pena lê tudo.
>
> Grande abraço geral
> Pajé
>
> On Mon, 21 Mar 2005 01:30:09 -0300, rhatto <rhatto@xxxxxxxxxx> wrote:
> > Não conheço nenhuma ferramenta pronta qu faça isso (não que seja
> > impossível). Pelo menos no CMI isso é feito manualmente e o que
> > ajuda muito é visualizar os arquivos da lista ordenados por
> > assunto:
> >
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/threads.html
> >
> > Fazer manualmente um resumo de discussão é muito simples.
> > Por exemplo, no caso dessa última discussão sobre a rádio Bandeira
> > Negra, o resumo ficaria mais ou menos assim:
> >
> > Rádio Bandeira Negra - Resumo de Discussão
> > ------------------------------------------
> >
> > 1 - Marina manda para a lista uma entrevista com pessoas da Rádio Bandeira
> > Negra
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00016.html
> >
> > 2 - Pajé faz críticas pontuais e questiona o modelo de funcionamento dessa
> > rádio
> > em comparação com as rádios livres
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00017.html
> >
> > 3 - Marina responde às críticas de Pajé e fala sobre discursos e ideologias
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00018.html
> >
> > 4 - Thiago responde à Marina a respeito de divergências conceituais,
> > pluralidade
> > e conceito de rádio livre
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00019.html
> >
> > 5 - Marina aponta na divergência conceitual um debate entre Debord e Deleuze
> > http://www.freelists.org/archives/radiolivre/03-2005/msg00020.html
> >
> > 6 - E assim por diante...
> >
> > O resumo podira parecer vazio se não fosse o link pra íntegra de cada
> > mensagem.
> >
> > É claro que os cinco minutos que alguém gasta pra fazer esse tipo
> > de resumo poderia ser utilizado pra outra coisa se houvesse um
> > esquema automático, mas aí a gente teria que pensar direito como
> > o sistema funcionaria.
> >
> > Talvez isso facilitaria muito em futuros debates.
> >
> > falow!
> > rhatto
> >
> > Em Sun, Mar 20, 2005 at 10:48:25PM -0300, CaZé espacio libre escreveu:
> > > Ratto qual a possibilidade de fazer no site das rádios livres resumos
> > > dos processos que foram debatidos, quando o assunto for uma ação
> > > conjunta das rádios ou encontros, como existe no CMI. Poderíamos
> > > acompanhar mais facíl os processos de construção da rede, acho que
> > > seria um bom começo
> > >
> > > Uma outra coisa gostaria de me escrever de novo como usuário, como
> > > faço isso?
> > > rhatto <rhatto@xxxxxxxxxx> wrote:
> > >
> > > Cazé, realmente o site não está sendo usado por quem usa a lista
> > > e vice-versa. Atualmente o site contém mais tira-dúvidas a respeito
> > > de tecnologias de webradio e notícias do que textos, debates e
> > > manuais
> > > do tipo "como montar uma rádio livre".
> > > Com isso há grande defasagem entre pessoas que já estão em
> > > rádios livres - participando desta lista de discussão - e no site
> > > gente que nunca
> > > teve muito contato e que gostaria de obter informações a respeito.
> > > Parte desse problema pode ser resolvido com uma melhor integração
> > > entre
> > > o site e a lista, no nível do software, num sistema automático que
> > > envie
> > > para lista um resumo das últimas publicações do site e que faça um
> > > clipping da lista no site. Já estamos correndo atrás disso, mas
> > > ultimamente
> > > estamos com alguns problemas com o servidor que impedem que o site
> > > fique
> > > online por muito tempo.
> > > A outra parte do problema poderia ser resolvida se os debates na
> > > lista
> > > fossem resumidos - juntamente com os links pro arquivo das mensagem
> > > da lista
> > > - e postados no site. Um esforço de todo mundo na lista facilmente
> > > poderia
> > > equilibrar os dois espaços.
> > > Quanto à sua pergunta sobre a existência de um movimento de rádios
> > > livres,
> > > acho que talvez seja melhor perguntarmos se existe uma rede de
> > > rádios livres,
> > > pois movimento pode pressupor que exista um único caminho definido
> > > por quem
> > > está participando. Já uma rede dá a idéia de um local de
> > > intercâmbio.
> > > Que tal?
> > > falow!
> > > rhatto
> > > Em Sat, Mar 19, 2005 at 01:27:24PM -0300, CaZé espacio libre
> > > escreveu:
> > > > Algumas perguntas que me incomodam:
> > > >
> > > > Aceitar a pluralidade não é aceitar críticas? Como as levantadas
> > > pela
> > > > Rádio Bandeira Negra.
> > > >
> > > > Existe mov. de rádios livres no Brasil?
> > > >
> > > > Exitir virtualmente garante a existência pública do mov.?
> > > >
> > > > Não é de hoje que venho perguntando qual seria a prática concreta
> > > > desse tal mov. de rádio livres, além dos projetos locais. Mesmo
> > > site
> > > > não está sendo usado, tem até anuncio de um vendedor de vinhetas.
> > > >
> > > > A qual seria a base unificadora que aglutinaria as pessoas no
> > > mov.
> > > > R.L.?
> > > >
> > > > a pluralidade, a liberdade de expressão, anticapitalismo, sem
> > > > respostas continuaremos chuvendo no molhado
> > > >
> > > > Saúde e Anarquia!
> > > >
> > > > Liberdade wrote:
> > > >
> > > > Olá!
> > > >
> > > > Tenho algumas considerações a fazer.
> > > >
> > > > Primeiro, creio c/ convicção de q este debate se tratou desde o
> > > > início, como disse a Jul, de um debate em torno de alguma espécie
> > > de
> > > > patrulhamento ideológico. Por um impulso infeliz, foi isso o q o
> > > > Paulo fez e gerou e isso é mto ruim para o nosso próprio conceito
> > > de
> > > > RL. Diante de tal falência, acho q estou tentando levar o debate
> > > para
> > > > um lado mais rico, a divergência conceitual entre Debord e
> > > Deleuze, na
> > > > busca por algum embate mais produtivo, q vá além - mas mto além -
> > > das
> > > > picuinhas pessoais, q ele tanto fomenta. Desculpe, Paulo, mas eu
> > > nem
> > > > sei quem é vc, não vou investir nisso p/ sua frustração. P/ falar
> > > a
> > > > verdade, isso já não me atinge mais. Só direi q quem põe os
> > > > sentimentos para fora, não guarda rancor ou raiva.
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Bom, como um monólogo, o seu email não abre gdes questionamentos,
> > > não
> > > > abre gdes ou pequenas discussões.
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Foi bom saber sobre a Bandeira Negra, q não se consideram RL. Pq
> > > > estava pensando exatamente isso: ora, se fossem RL estariam no
> > > > movimentode RL e precem não estar. Agora eu pergunto: por que
> > > será q
> > > > essas pessoas, tão interessantes, estão fora do movimento? Será
> > > por
> > > > ignorância de sua existência ou por produto de uma decisão
> > > racional? O
> > > > que faz elas estarem separados de nós? - acho q são perguntas
> > > > pertinentes. E mais: posso encaminhar, se a lista tbém achar
> > > legal,
> > > > essas e outras questões a eles e repassar à lista as respostas
> > > depois.
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Mas acima de td são qeustões para a gente refletir.
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > De qquer modo, acho q o caso da Bandeira Negra nos coloca uma
> > > > questão, q é a questão sobre a diversidade cultural, q tanto
> > > buscamos.
> > > > Essa é uma questão q sempre levantamos na Muda, q eu já publiquei
> > > como
> > > > argumento (no caso dos nazistas) e q eu vi q o diretor da Globo
> > > (não
> > > > me lembro o nome) tbém publicou como argumento certa vez na
> > > Folha.
> > > > Enfim, é uma questão pertinente e q sempre nos impulsionou na
> > > prática.
> > > > Mas a quesão q se coloca é q não será precisamente por esse
> > > argumento
> > > > q nos distanciamos dos movimentos sociais mais combativos, como o
> > > > anarquismo q impulsiona a Ban deira Negra? Não será precisamente
> > > essa
> > > > "diversidade cultural" q nos coloca diante de um esvaziamento de
> > > > propostas e projetos, fazendo-nos meros conciliadores de
> > > propostas não
> > > > tão precisas? O mesmo esvaziamento, diga-se de passagem, da gde
> > > mídia,
> > > > comercial?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Isso é algo sobre o q devemos nos curvar, pensar e refletir com
> > > > precisão, afinal essa é uma das nossas limitações e precisamos
> > > > refletir sobre elas para superá-las.
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Bom, deixo aqui essas questões e se isso soar "didatismo" então
> > > cabe
> > > > tbém uma revisão do conceito de capacidade reflexiva, q se
> > > diferencia
> > > > mto do didatismo dos monólogos dos professores de cursinho, q
> > > nunca
> > > > têm nada a dizer. Definitivamente, isto é o q eu nunca fui!
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > E q bom q eles não tocam samba!!! hehehehe ;)
> > > >
> > > > Essa rádio é mto foda!
> > > >
> > > > Marina (rádio Muda).
> > > &g t; paulo lara wrote:
> > > >
> > > > "Toda a minha vida sempre vi tempos inquietos, tumultos extremos
> > > na
> > > > sociedade e imensas destruições; entrei nessas desordens. E tais
> > > > circunstâncias certamente bastaríam para impedir que o mais
> > > > transparente dos meus atos ou raciocínios se visse aprovado
> > > > universalmente, fosse onde fosse. Ademais, assim o creio, alguns
> > > > terão
> > > > sido mal compreendidos."
> > > > Guy Debord
> > > > Panegírico
> > > > Como alguns sabem, eu considero o humor altamente subversivo e
> > > > embora
> > > > não tenha pretendido ser hilário, gostaria de fugir da sisudez e
> > > da
> > > > frieza de alguns, colocando algumas questões que achava
> > > pertinente
> > > > de
> > > > forma a provocar mais que raiva, indignação e virulência.
> > > > Ser sério as vezes é reacionario, é fazer parte de um espetáculo
> > > de
> > > > sobriedade que dá calafriiiiios..... A paz de espírito, o bom
> > > humor
> > > > e
> > > > a sapiência do riso são essenciais.
> > > > Mas isso não quer dizer que e u estava de brincadeira!
> > > > 1. Quando eu mandei o mail, fiz com a intenção de provocar
> > > > questionamento sobre a forma de uma determinada rádio frente ao
> > > que
> > > > nós estamos discutindo e fazendo nesses anos todos. A minha
> > > crítica
> > > > não foi direcionada a eles (bandeira negra) e sim a nós. Azar de
> > > > quem
> > > > postou aquela entrevista achando que não seria questionada. E
> > > olha
> > > > que
> > > > a Marina saiu logo para o contra ataque (sem sequer ser atacada).
> > > > 2. Ela começa nos (quem seriamos este nós Marina, pode explicar
> > > > para o
> > > > público?) chamando de vazios de ideologia e de proposta e, acho
> > > que
> > > > ironizando nos sugere o mercado. De ideologia e proposta, o
> > > mercado
> > > > tá
> > > > cheio e parece que qq novidade ele está apto a receber, mastigar
> > > e
> > > > depois cuspir para o público em geral. E quem disse que o ideal
> > > era
> > > > ser como nós (de novo no plural) foi vc.
> > > > 3. Meu "discurso" (isso é coisa de profissional) nunca pretendeu
> > > > ser
> > > > libertário, acho que dentre as classificações que as pe ssoas
> > > > adoram
> > > > por, a que eu mais me identifico é "flamenguista". "Se quer
> > > > conhecer
> > > > os anarquistas..." diz vc, eu conheço alguns, mas a maioria e os
> > > > que
> > > > eu mais gosto, não pessoalmente. Proudhon, Emma Goldman,
> > > Malatesta,
> > > > Kropotkin, Orwell, Bakunin eu não tive o prazer. Mas tive o
> > > > desprazer
> > > > de conhecer outros tantos pseudo-anarco-anacrô(nicos).
> > > > 4. Eu não pretendi ser o pêndulo propagador do ideal das RL,
> > > > coloquei
> > > > umas questões, com um formato um pouco provocativo demais pra
> > > > alguns.
> > > > E a pluralidade que pedes tem que ser também de linguagem, senão
> > > > fica
> > > > chato pros nossos queridos leitores. Mas a questão da pluralidade
> > > > virá
> > > > depois.
> > > > 5. Concordo com o thiago e sou testemunhas das muit as propostas
> > > que
> > > > estão surgindo, se renovando e se adaptando sobre a questão dos
> > > > meios
> > > > de comunicação, tecnologia e cultura. Algumas muito interessantes
> > > > outras menos, diversos tipos de abordagem etc. mas sei que cada
> > > vez
> > > > mais e com a velocidade que a questão merece muita gente está
> > > > tentando
> > > > se virar e produzir, pensar, agir e trabalhar em relações a estas
> > > > questões. Alguns outros (dentre eles a Marina) preferem bater o
> > > pé
> > > > (e
> > > > a mão, e a cabeça...)em questões fixas, presas a idéias que não
> > > se
> > > > renovaram e continuam a cativar os eufóricos do PSTU, assembléia
> > > de
> > > > Deus e anarco-anacro. Fora as mágoas e agressividade que eu
> > > > realmente
> > > > não entendo.
> > > > 6. Questionamentos ou são vazios ou são provocativos.
> > > > 7. "Escravo estóico, o estudante acredita que quanto mais
> > > numerosas
> > > > forem as cadeias de autoridade que o prendem, mais livre ele
> > > será"
> > > > Ésta crítica de Debord é emblemática para perceber o quanto não
> > > se
> > > > compreende a opressão. A posição "nada é livre na sociedade"
> > > afunda
> > > > cada vez mais o sujeito na escravidão. E não só a escravidão da
> > > > ação,
> > > > mas do pensamento. Ele passa a encarar o mundo de forma
> > > unilateral
> > > > e
> > > > se fecha em relação a dinâmica que a sociedade tem contra ele. A
> > > > crença (ou nóia) na opressã o de tudo e de todos mina a criação
> > > de
> > > > novas formas de resistência e deixa as forças de oposição cada
> > > vez
> > > > mais parecidas com a situação. Sisuda, briguenta, cega, sozinha e
> > > > didática.
> > > > 8. A questão do samba é legal. Ju e todos, apeser de ter a
> > > > impressão
> > > > de que a Bandeira Negra realmente não toca samba durante as seis
> > > > horas
> > > > semanais que estão no ar, foi mais uma brincadeira com o "jogo de
> > > > cintura" que foi mencionada pel@ anarco reporter. Trabalhei 4
> > > meses
> > > > na
> > > > zona leste de Sampa dando oficinas de rádio livre (durante as 4
> > > > horas
> > > > de oficina tínhamos uma rádio no ar - não tivemos problemas com
> > > os
> > > > opressores nem precisamos de "olheiros") e uma coisa que me
> > > > impressionou foi ver que realmente montar uma rádio lá não é
> > > fácil.
> > > > Os
> > > > moleques tinham medo até de fazer rádio comunitária, imaginem uma
> > > > que
> > > > se classifica como pirata! A ironia foi que acho difícil chamar e
> > > > fazer as pessoas compreenderem o quão importante é uma ferramenta
> > > > rádio e que se p ode e deve-se fazê-la (sem concessão ou
> > > > autorização)
> > > > chamando-a de pirata e com esquema de transmissão que mais
> > > parecem
> > > > plano da CIA. Ainda mais na Zona Leste de Sampa.
> > > > 9. Eu não tive intenção de desmerecer nada, se eu ainda soubesse
> > > > mais
> > > > da proposta. AH! eles falaram que a programação é cultural, então
> > > > tá
> > > > valendo. Eu não disse pra eles pararem de transmitir, só fui o
> > > > primeiro a questionar a forma como eles utilizam o rádio. Sendo
> > > um
> > > > defensor das rádios livres, fiquei mais tranquilo em saber que
> > > eles
> > > > negam veementemente o termo, pois considero que a proposta deles
> > > > não é
> > > > de rádio livre. Foram eles que disseram isso!
> > > > 10. Não há patrulhamento aqui!!! Que mania de achar que opiniões
> > > > são
> > > > mandados! As minhas questões, não patrulharam ninguém e sim foram
> > > > patrulhadas, e se este não é o lugar de botar as opiniões,
> > > > realmente
> > > > não sei onde é.
> > > > 11. Eu gostaria que, justo aquilo que propomos como
> > > experimentações
> > > > -
> > > > musicais, de forma, de li nguagem, de administração, de decisão
> > > > etc.
> > > > sejam passadas para o plano do discurso. Sejamos criativos e nos
> > > > libertemos dos jargões, das retóricas e das frases feitas.
> > > Proposta
> > > > para rádio livre - todo o tipo de experimentação pode e deve ser
> > > > feito
> > > > desde que não cancele a possibilidade do outro de re sponder e
> > > > também
> > > > experimentar. Não consegui enxergar indícios disso na proposta da
> > > > Bandeira Negra.
> > > > Vão haver mais questões, espero, de todos, e a-d-o-r-e-i esse
> > > > debate.
> > > > É bom qndo lista serve para proposições.
> > > > Rádio Livre é sobre isso. Sobre diversidade - com possibilidade
> > > de
> > > > colaboração de todos. Sobre estar aberta aos anseios individuais
> > > e
> > > > coletivos daqueles que procuram canal para se expressar. Sobre se
> > > > livrar dos velhos discursos e práticas e ser criativos para saber
> > > > domar os chifres do inimigo e, na hora certa, saber se impor
> > > frente
> > > > a
> > > > ele. Sobre gozar na hora de fazer um programa e falar para todos
> > > > que
> > > > vc gozou e fazê-los gozar também. S obre improvisar em temas já
> > > > dados.
> > > > Paulo José
> >
--
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