[radiolivre] Governador ontem e hoje
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- Date: Sun, 5 Jun 2005 08:56:07 -0700 (PDT)
1)ARTIGO: http://brasil.indymedia.org/pt/red/2005/06/318520.shtml
[Floripa] Luiz Henrique - Governador de Santa Catarina 2004 (Como ele era...)
Por Manifestante 04/06/2005 às 03:23
Assim era o ano passado: - "(...)substituindo a repressão pela garantia do
livre e sacrossanto direito de manifestação pacífica(...)" ...
Foto: governador recebe manifesto passe livre
APOLOGISTAS DO CASSETETE
Escrito por: LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA/ Governador do Estado de Santa
Catarina
Estabelecemos, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira e eu, que quando
ele está no exercício do governo tem plena autonomia para estabelecer as
diretrizes e adotar as medidas necessárias ao enfrentamento de qualquer
crise. Como temos longo tempo de militância política juntos, Eduardo sabe
o que penso, quais são meus princípios, valores e limites. Por isso, no
dia-a-dia de sua interinidade, seja de dois, cinco ou 30 dias, não precisa
me consultar para nada. Estava em Ravello, na Itália, em missão oficial,
quando estourou a forte reação popular contra o aumento das passagens dos
ônibus urbanos em Florianópolis. Pelas razões acima expostas, Eduardo não
precisou me consultar para comandar a polícia, orientando-a, corretamente,
a evitar o uso da violência, substituindo a repressão pela garantia do
livre e sacrossanto direito de manifestação pacífica, mas impondo a ordem
e dialogando, permanentemente, como fez o comandante da Polícia Militar
com os líderes das manifestações.
Essa orientação, seguida com rigor e esmero pelo secretário de Segurança
Ronaldo Benedet, fez com que, não obstante alguns abusos praticados por
marginais infiltrados, agindo a mando de quem pretendia atribuir atos de
violência aos estudantes (três desses meliantes foram presos em flagrante,
portando explosivos), não tivéssemos vítimas a lamentar.
Infelizmente, porém, essa atitude firme, mas, ao mesmo tempo, responsável
e cautelosa, coerente com o respeito aos direitos humanos e aos princípios
democráticos, foi taxada, por algumas poucas viúvas dos tempos da
repressão, como tibiez ou fraqueza. Tivesse havido alguma morte ou
ferimento grave, os mesmos críticos de sempre diriam que estávamos a
rasgar o nosso discurso e a nossa bandeira, a usar de violência
desnecessária contra estudantes indefesos. São os apologistas da
democracia do cassetete. Estes, felizmente, foram derrotados nas urnas e,
com o passar%2
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