[radiolivre] Re: Aos moderadores

É Júlio, parece que agora vc melhorou o tom (imaginem como estava..),
parece que agora vc criou alguma vergonha na cara..
Quem será q persegue quem...
Não há nenhuma "raiva doentia", apenas a raiva canalisada para destruição
das tradições e do status quo q tanto vcs reproduzem dentro da própria
resistência (ora ora).
É esse, ao menos, o tipo de msg que eu não quero recebr na minha caixa de
entrada, pois cabe a cada um saber o q diz. E se não são capazes disso,
então eu sou a favor de moderação.
Sem difamações como esta, com certeza toda vez que tiver q brigar brigarei
mesmo, assim como espero o mesmo dxs outrxs, especialmente com pessoas
como esta, que merecem todo a articulação para que sejam derrubadas
politicamente e existencialmente (puta que o pariu!).
Baixo clero tomou conta da freelists!
Vejam como o coletivo da rádio Muda é imenso: eu não tenho nada a ver com
esse cara aí não..

Saudações,
Marina.


> Gente!!! A Menina pirou de vez!
>
> Peço por gentileza (já que faz questão de tornar a sua raiva doentia
> pública) de explicar o que você quer dizer com "principalmente qdo
> conhecemos as pessoas que estamos nos referindo."
>
> Marina, você já atacou muita gente... Pega leve, vai... Você pode
> contribuir tanto.... Fica aí perdendo o seu tempo masturbando o seu
> intelecto para subjugar as pessoas que (sei lá porque) não gosta...
>
> Se liga, sai fora dessa robada, que a vida pode ser mais legal que
> isto. Relaxa e goza.
>
> Julio
>
>
>
>
>
>
>
> Em 29/11/2005, às 17:31, liberdade@xxxxxxxxxx escreveu:
>
>> Concordo inteiramente.
>>
>> Entretanto, por outro lado, não podemos ignorar o fato de que há certas
>> posições e atitudes que passam dos limites. Ignorar isso é ignorar o
>> bom
>> senso. Ademais, como não responder "pessoalmente", por explo, a uma
>> pessoa
>> que se descola do grupo em nome de interesses pessoais? Ou seja, como
>> responder de outra maneira a uma pessoa que quer fazer de sua
>> participação
>> na lista e no movimento uma atividade paralela/individual?
>>
>> Se não perdermos o senso do respeito, podemos dizer o que quisermos.
>> Críticas são necessárias e urgentes. Não somos obrigados a ter um bom
>> relacionamento com todxs, isso é hipócrita, deixo para os reclames de
>> margarina... E sinceramente, acho q isso vem sendo feito na lista,
>> apesar
>> de algumas pisadas na bola, que ao meu ver são normais, principalmente
>> qdo
>> conhecemos as pessoas que estamos nos referindo.
>>
>> No mais, concordo contigo.
>>
>> Um abraço,
>> Marina (rádio Muda).
>>
>>> A este respeito, existem várias opiniões, assim como existem várias
>>> espécies de kitsch: o kitsch católico, protestante, judeu, comunista,
>>> fascista, democrático, feminista, europeu, americano, nacional,
>>> internacional.
>>>
>>> Desde a Revolução Francesa, metade da Europa se intitulou de esquerda
>>> e a outra metade recebeu a classificação de direita. É praticamente
>>> impossível definir uma ou outra destas noções através dos princípios
>>> teóricos em que elas se apóiam. Não há nisso nada de surpreendente: os
>>> movimentos políticos não se baseiam em atitudes racionais, mas em
>>> representações, em imagens, em palavras, em arquétipos, cujo conjunto
>>> constitui esse ou aquele kitsch político.
>>>
>>> A idéia da Grande Marcha, com a qual Franz gosta de se embriagar, é o
>>> kitsch político que une as pessoas de esquerda de todos os tempos e de
>>> todas as tendências. A Grande Marcha é essa soberba caminhada para a
>>> frente, essa caminhada em direção à fraternidade, à igualdade, à
>>> justiça, à felicidade, e mais longe ainda, a despeito de todos os
>>> obstáculos, pois os obstáculos são necessários para que a marcha seja
>>> a Grande Marcha.
>>>
>>> A ditadura do proletariado ou a democracia? A recusa da sociedade de
>>> consumo ou o aumento da produção? A guilhotina ou a abolição da pena
>>> de morte? Isso não tem a menor importância. O que faz um homem de
>>> esquerda ser um homem de esquerda não é essa ou aquela teoria, mas seu
>>> poder de fazer com que toda teoria se torne parte integrante do kitsch
>>> chamado a Grande Marcha para a frente.
>>>
>>> -- Milan Kundera: A insustentável leveza do ser.
>>>
>>>
>>> Gente, vamo tentar manter as conversas um pouco menos "pessoais", por
>>> favor. Num tivemos agressão gratuita o suficiente sendo trocada por
>>> aqui não?
>>>
>>> Mineiramente,
>>> Cyrano.
>>>
>>>
>>> http://cyranodisse.blogspot.com
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>>> Lista de discussão do projeto http://www.radiolivre.org
>>> Para ajuda sobre a lista, consulte http://www.radiolivre.org/node/483
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