[gulf] Um bom programa de inclusão digital

  • From: José Lunazzi OPT05-07 <lunazzi@xxxxxxxxxxxxxx>
  • To: gulf@xxxxxxxxxxxxx
  • Date: Mon, 15 Sep 2003 21:00:51 -0300

Vejam em:

http://www.cpopular.com.br/materias%5C2003%5C9%5C15%5Cmat880898.shtm

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Campinas - Segunda-Feira, 15 de Setembro de 2003 - 
http://www.cpopular.com.br - Ano V <http://www.cpopular.com.br>


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Parceria cria programa de inclusão digital

Universidade São Francisco, Ciatec e Prefeitura de Campinas promovem 
curso de informática para 30 estudantes de baixa renda

CarlotaCafiero, Da Agência Anhangüera
carlota@xxxxxxxxxxxxxxx

A Universidade São Francisco-Campinas abriu, suas portas no último 
sábado para 30 estudantes de baixa renda que moram na periferia do 
distrito de Barão Geraldo, no bairro Real Parque. Eles participam de um 
curso de informática gratuito. O projeto se chama Inclusão Digital e é 
resultado de uma parceria entre a universidade, a Ciatec (Companhia de 
Desenvolvimento do Pólo de Alta Tecnologia de Campinas) e a Prefeitura 
Municipal de Campinas.

O curso terá duração de dez semanas, com quatro horas por sábado. Os 
alunos assistirão às aulas com oito instrutores treinados pela Ciatec, 
que estudam na universidade e recebem desconto de 50% nas mensalidades 
para ministrar o curso.
Para conseguir a bolsa, os universitários se inscreveram no projeto 
Aluno Cidadão e foram selecionados com base na renda familiar. “Tivemos 
mais de 50 candidatos, mas somente os alunos que não tivessem condições 
de pagar a mensalidade integral e que possuíssem conhecimentos de 
informática ganharam a bolsa”, disse Hector Escobar, diretor do campus 
em Campinas.

O aluno da faculdade de Engenharia Mecatrônica na Universidade São 
Francisco e analista de usinagem Jesse de Barros é um dos instrutores no 
curso. “É uma troca. Não tenho como pagar toda a mensalidade da 
faculdade e os estudantes não poderiam bancar um curso de computação, 
então, ambos saímos ganhando”, afirmou.
Os 30 estudantes atendidos pelo projeto Inclusão Digital foram 
selecionados a partir de uma pesquisa feita pela Prefeitura Municipal de 
Campinas e lideranças de bairro em Barão Geraldo. “São jovens de 16 a 25 
anos, que completaram pelo menos o ensino fundamental”, disse Escobar. 
“Além de computação, a Pró-reitoria comunitária vai promover discussões 
sobre cidadania, pois o projeto prevê, também, a inclusão social”.

O estudante Evandro Pereira da Silva, 17 anos, digitava pela primeira 
vez um texto no computador. “Na minha escola só tem computador para 
jogos. Com esse curso espero conseguir um emprego”, disse.
Os alunos estão aprendendo noções básicas de computação, como usar a 
internet, o editor de texto (equivalente ao Word, da Microsoft) e as 
planilhas (como o Excel) através do Soft-livre. “O Soft-livre é 
acessível a todos e está conquistando cada vez mais o mercado”, contou o 
diretor, que promete uma nova turma, possivelmente com o dobro de 
alunos, para 2004.
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Para completar, sería preciso que os alunos tivessem um micro em casa, e 
para isso os PC 486 que começam a sobrar seriam bem úteis. Ainda guardo 
um estoque de placas e peças de reposição para esses micros, o problema 
de custo está no monitor.

Lunazzi


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